A Paixão de Cristo
Confesso que não imaginei que gostaria tanto deste filme. Antes de vê-lo em DVD, ouvi milhares de criticas positivas e negativas. Entre as negativas, as pessoas diziam que o filme era sanguinário e que as cenas de violência eram gratuitas.
Minha opinião: para quem leu a bíblia ou no mínimo se lembra das aulas de catecismo, sabe bem que as cenas não são nada gratuitas e que Mel Gibson tem seu mérito por seguir a risca o que consta no livro sagrado. Eu gostei. Achei justo e honesto. Na realidade o que mais me impressionou foi o trabalho da atriz que interpretou Maria. Nunca alguém foi tão fiel em suas expressões de dor e angústia.
Para quem assisite o sensacional Quentin Tarantino, não pode dizer que A Paixão de Cristo tem cenas de violência gratuitas ou fora de propósito. Não mesmo.
Acho que o choque das pessoas está mais em pensar que, além dos efeitos especiais, aquilo foi a mais pura verdade e confrontar com essa realiade dói. Mesmo para quem não é católico.
Da mesma forma que se faz 250 filmes sobre o terror do holocausto, porque não aceitar um filme sobre o nascimento do cristianismo? O que há de mal, em lembrar que existiu alguém que foi massacrado sim, por defender uma revolução religiosa? Defendemos revoluções todos os dias, em menos escala, é verdade.
No mundo atual, é mais fácil se meter em uma das igrejas novas, com pastores cada vez mais ricos, cujo o ponto alto do culto é levantar um envelope com dinheiro para pedir mais. Que espécie de religião é essa? Sem preconceito, eu aceito todas. De verdade.
Mas antes de julgar um filme como A Paixão de Cristo, é bom rever alguns valores.
Minha opinião: para quem leu a bíblia ou no mínimo se lembra das aulas de catecismo, sabe bem que as cenas não são nada gratuitas e que Mel Gibson tem seu mérito por seguir a risca o que consta no livro sagrado. Eu gostei. Achei justo e honesto. Na realidade o que mais me impressionou foi o trabalho da atriz que interpretou Maria. Nunca alguém foi tão fiel em suas expressões de dor e angústia.
Para quem assisite o sensacional Quentin Tarantino, não pode dizer que A Paixão de Cristo tem cenas de violência gratuitas ou fora de propósito. Não mesmo.
Acho que o choque das pessoas está mais em pensar que, além dos efeitos especiais, aquilo foi a mais pura verdade e confrontar com essa realiade dói. Mesmo para quem não é católico.
Da mesma forma que se faz 250 filmes sobre o terror do holocausto, porque não aceitar um filme sobre o nascimento do cristianismo? O que há de mal, em lembrar que existiu alguém que foi massacrado sim, por defender uma revolução religiosa? Defendemos revoluções todos os dias, em menos escala, é verdade.
No mundo atual, é mais fácil se meter em uma das igrejas novas, com pastores cada vez mais ricos, cujo o ponto alto do culto é levantar um envelope com dinheiro para pedir mais. Que espécie de religião é essa? Sem preconceito, eu aceito todas. De verdade.
Mas antes de julgar um filme como A Paixão de Cristo, é bom rever alguns valores.

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